Rastreio por FIT

O cancro colorretal (CCR) é um dos cancros mais frequentemente diagnosticados. As boas notícias são que a incidência e a mortalidade do CCR podem ser significativamente reduzidas em caso de deteção precoce.

Os testes imuno-histoquímicos fecais (faecal immunochemical tests, FIT) são não invasivos e podem detetar sangue invisível a olho nu nas fezes. Dada a sua simplicidade, os FIT são atualmente considerados a melhor opção não invasiva para rastreio do CCR.

Invista um bocadinho de tempo na sua própria saúde realizando o FIT para prevenir ou detetar precocemente o cancro do cólon. Para mais informação, visite a nossa página de internet “FIT no rastreio” www.fitscreening.eu/patients

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Fração de plaquetas imaturas (Immature Platelet Fraction, IPF)

O que é a contagem da fração de plaquetas imaturas?


A fração de plaquetas imaturas (%IPF) é um parâmetro moderno que mede as plaquetas jovens, e portanto reticuladas, no sangue periférico. O intervalo de referência encontra-se cerca dos 1 a 5% da contagem total de plaquetas.

Os níveis de IPF aumentam à medida que a produção de plaquetas na medula óssea aumenta. Assim, a sua medição fornece uma avaliação da produção de plaquetas pela medula óssea a partir de uma amostra de sangue periférico, de forma similar à informação fornecida pela contagem de reticulócitos acerca da produção de eritrócitos.

A IPF% apresenta uma elevada utilidade clínica no diagnóstico laboratorial e tratamento da trombocitopenia, dada a possibilidade de correlação dos níveis de %IPF com o aumento da destruição periférica de plaquetas. É particularmente útil para apoiar o diagnóstico de púrpura trombocitopénica autoimune, púrpura trombocitopénica trombótica e para a distinção destas relativamente à supressão ou falência da medula óssea. Neste último caso, o valor de %IPF seria baixo.

A %IPF pode ser também uma medida sensível para a avaliação da recuperação trombopoiética durante a quimioterapia aplástica. Por exemplo, em alguns centros especializados em hematologia e oncologia, a %IPF é levada em consideração nas transfusões de plaquetas. As transfusões apenas podem ser consideradas quando os valores da %IPF não se encontrem a aumentar, uma vez que tal situação indicaria uma fraca atividade trombopoiética intrínseca.

Em que situações deve utilizar-se a IPF?

Uma vez que as doenças trombocitopénicas em que ocorre destruição plaquetárias são relativamente raras, a utilidade da IPF é superior num contexto de atendimento a um elevado número de doentes. São portanto exemplos representativos, os laboratórios de grandes hospitais com unidades hemato-oncológicas, unidades pediátricas ou neonatais para diagnóstico diferencial de trombocitopenia infantil e/ou monitorização da evolução da trombocitopenia.

Benefícios

A contagem de IPF permite aos médicos diferenciar entre motivos relacionados com a destruição versus motivos relacionados com a produção na ocorrência de trombocitopenias, permitindo evitar biópsias de medula óssea, com benefícios óbvios para o doente. Esta utilidade clínica em casos de trombocitopenia está demonstrada. A sua utilidade na monitorização após quimioterapia e transplante de células estaminais hematopoiéticas / medula óssea foi sugerida.

Contagem de granulócitos
imaturos (IG)

Eritrócitos nucleados
(NRBC)

Equivalente de hemoglobina
dos reticulócitos (RET-He)

Granulação de
neutrófilos (NEUT-SSC)

Eritrócitos hipo-hemoglobinisados
e eritrócitos hiper-hemoglobinisados
(%HYPO-He, %HYPER-He)

As populações de eritrócitos
microcíticos e macrocíticos
(%MicroR, %MacroR)

Eritrócitos
fragmentados (FRC)

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